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Modelo de Proposta Comercial

Modelo de Proposta Comercial

Uma proposta comercial é um documento formal que detalha a oferta de produtos ou serviços de uma empresa a um cliente potencial, delineando o escopo, os preços e as condições.

Para usar este modelo, você precisará de um laptop, tablet ou computador desktop.

  • Atualizado em 14 de abr. de 2026
  • Criado por Docusign

Uma proposta comercial é o documento que formaliza sua oferta a um cliente, com escopo, preços e condições, e representa a primeira etapa legal de qualquer negociação. 

Use o modelo gratuito da Docusign para criar, editar e enviar sua proposta em minutos, já com assinatura eletrônica integrada e validade jurídica no Brasil conforme a Medida Provisória 2.200-2/2001.

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O que é uma proposta comercial?

Uma proposta comercial é um documento formal que apresenta a oferta de produtos ou serviços de uma empresa a um cliente potencial, especificando escopo, preços, prazos e condições de aceite. Ela não é um contrato, mas pode se tornar a base jurídica para um após o aceite assinado.

No Brasil, a proposta comercial é a primeira etapa formal na maioria das negociações B2B e B2C. Segundo o Sebrae, mais de 70% dos negócios entre empresas no Brasil começam por uma proposta formalizada por escrito, o que torna a qualidade desse documento um fator direto na taxa de conversão de vendas.

Mais do que uma lista de preços, uma proposta bem estruturada funciona como ferramenta de vendas: demonstra profissionalismo, alinha expectativas e reduz o risco de disputas futuras, pois define, em documento assinado, exatamente o que foi combinado.

Como preencher o modelo de proposta comercial em 7 passos

Siga os passos abaixo para usar o modelo da Docusign corretamente:

1. Identifique as partes

Preencha os dados completos do emissor (sua empresa) e do cliente:

  • Razão social ou nome completo;

  • CNPJ ou CPF;

  • Endereço completo;

  • Nome do responsável e contato (e-mail e telefone).

Por que isso importa: Propostas sem identificação adequada não têm validade como base para um contrato e podem gerar disputas sobre qual empresa ou pessoa assumiu o compromisso.

2. Descreva o objeto da proposta

Detalhe o que está sendo oferecido com o máximo de precisão possível:

  • Para produtos: nome do produto, descrição técnica, quantidade, valor unitário e total;

  • Para serviços: nome do serviço, escopo detalhado do que será executado, o que não está incluído (exclusões de escopo), prazo estimado de entrega.

Dica: Quanto mais específico o escopo, menor o risco de "scope creep", o cliente pedir mais do que foi contratado. Inclua uma linha de "exclusões" mesmo que pareça óbvio.

3. Defina valor e condições de pagamento

Esta é a cláusula mais negociada. Especifique:

  • Valor total da proposta (separando produtos e serviços, se houver);

  • Forma de pagamento: transferência bancária (TED/PIX), boleto, cartão;

  • Parcelamento e datas de vencimento;

  • Multa e juros por atraso (ex: multa de 2% + juros de 1% ao mês — padrão compatível com o Código Civil Brasileiro, art. 406);

  • Se os impostos (ISS, PIS, COFINS etc.) estão ou não inclusos nos valores.

4. Estabeleça a validade da proposta

Defina por quanto tempo os preços e condições são válidos a partir da data de emissão. O padrão de mercado no Brasil é de 15 a 30 dias. Sem esse prazo, o fornecedor fica exposto a flutuações de custo e o cliente não tem incentivo para decidir rapidamente.

5. Adicione as disposições gerais

Cubra os detalhes operacionais:

  • Prazo e local de entrega dos produtos (se aplicável);

  • Condições para início da execução dos serviços (ex: após pagamento do sinal);

  • Como o aceite formal deve ser realizado (assinatura eletrônica, e-mail de confirmação etc.).

6. Defina o foro de resolução de conflitos

Indique a comarca (cidade e estado) que será competente para resolver eventuais disputas. Isso é especialmente importante em contratos entre empresas de estados diferentes.

7. Colete o aceite com assinatura eletrônica

Após editar o modelo, envie-o pelo envelope Docusign. O cliente assina eletronicamente com validade jurídica no Brasil (MP 2.200-2/2001 e Lei 14.063/2020), sem precisar imprimir ou comparecer presencialmente. O documento assinado fica armazenado com segurança na sua conta Docusign.

Cláusulas incluídas no modelo

O modelo de proposta comercial da Docusign já inclui as seguintes seções prontas para edição:

  • Identificação das partes

    — Razão social, CNPJ, endereço e contato de emissor e cliente. Sem isso, o documento não identifica juridicamente quem assumiu o compromisso.

  • Objeto da proposta

    — Descrição detalhada de produtos e/ou serviços. Define o escopo e evita desentendimentos pós-aceite.

  • Valor e condições de pagamento

    — Total, parcelamento, forma e dados bancários. Transparência financeira e base para cobrança judicial, se necessário.

  • Multa e juros por atraso

    — Penalidades contratuais. Protege o fornecedor em caso de inadimplência.

  • Prazo de validade

    — Período de vigência da oferta. Protege o fornecedor contra variação de custos.

  • Disposições gerais

    — Entrega, início dos serviços, aceite. Cobre os detalhes operacionais que geram conflito.

  • Foro

    — Comarca competente. Define onde resolver disputas judicialmente.

  • Aceite

    — Campo de assinatura do cliente. Transforma a proposta em documento com força de contrato.

O que não pode faltar em uma proposta comercial

Confira esta lista antes de enviar qualquer proposta ao cliente:

  1. Dados completos do emissor e do cliente (CNPJ, endereço, contato);

  2. Descrição precisa do escopo (inclui e exclui);

  3. Valores discriminados (produto/serviço + impostos + frete, se houver);

  4. Forma e prazo de pagamento definidos;

  5. Multa e juros por atraso especificados;

  6. Prazo de validade da proposta;

  7. Prazo de entrega ou execução;

  8. Foro de resolução de conflitos;

  9. Campo de assinatura (ou envio via Docusign para aceite eletrônico).

Proposta comercial vs. orçamento vs. contrato: qual é a diferença?

Esta é uma das dúvidas mais buscadas no tema. Veja a distinção clara:

  • Orçamento

    — Usado na fase de cotação inicial, sem personalização. Não tem força contratual.

  • Proposta comercial

    — Oferta formal personalizada ao cliente. Tem força contratual após aceite assinado.

  • Contrato de prestação de serviços

    — Formalização completa de um projeto. Tem força contratual desde a assinatura.

Regra prática: O orçamento é informal. A proposta comercial é formal e personalizada. O contrato é o passo seguinte à proposta aceita. Uma proposta comercial assinada por ambas as partes pode, por si só, ter valor contratual no Brasil segundo o Código Civil (art. 427), especialmente quando detalha escopo, valor e prazo.

Para quem este modelo é indicado

O modelo de proposta comercial da Docusign foi desenvolvido para ser versátil e atende a:

  • Pequenas e médias empresas (PMEs): empresas que buscam padronizar o processo de vendas e apresentar ofertas de forma profissional e consistente;

  • Prestadores de serviços: consultores, agências de marketing, desenvolvedores de software, escritórios de contabilidade e outros profissionais que precisam detalhar escopo, prazos e custos;

  • Fornecedores de produtos: empresas que vendem bens e precisam especificar quantidades, valores unitários e condições de entrega;

  • Freelancers e autônomos: profissionais que precisam formalizar ofertas de trabalho, garantindo clareza e segurança jurídica para ambas as partes;

  • Equipes de vendas: times que precisam de uma ferramenta padronizada para agilizar a criação de propostas e focar no fechamento.

Como formalizar sua proposta com validade jurídica

Este é o passo que a maioria dos modelos gratuitos disponíveis no mercado não resolve, e é exatamente onde a Docusign entrega um diferencial exclusivo.

Depois que o cliente revisa e aprova os termos da proposta, o próximo passo é formalizar esse aceite com uma assinatura eletrônica com validade jurídica plena no Brasil. Veja como funciona:

  1. Edite o modelo da proposta diretamente na plataforma Docusign;

  2. Crie um envelope e adicione os destinatários que precisam assinar ou apenas revisar;

  3. Envie por e-mail, SMS ou WhatsApp — o cliente assina de qualquer dispositivo, sem instalar nada;

  4. A assinatura eletrônica Docusign tem validade jurídica no Brasil com base na MP 2.200-2/2001 (que institui a ICP-Brasil) e na Lei 14.063/2020, que regulamenta as assinaturas eletrônicas em interações com entes públicos e em atos e negócios jurídicos em geral;

  5. O documento finalizado fica armazenado com segurança na sua conta Docusign, com trilha de auditoria completa (data, hora, IP e identidade de quem assinou).

Ao contrário de enviar um PDF por e-mail e esperar uma "confirmação por escrito", a proposta assinada via Docusign cria um registro legalmente robusto que pode ser usado como evidência em caso de disputa.

Já usa o Docusign para outros contratos? Conheça também o modelo de contrato de prestação de serviços e o modelo de contrato de compra e venda, prontos para o próximo passo após o aceite da proposta.

Não erre na hora de fazer sua proposta comercial 

Segundo a Serasa Experian, o Brasil encerrou fevereiro de 2025 com 7,2 milhões de empresas inadimplentes, o maior número da série histórica, representando 31,6% das companhias do país, com o total de dívidas ultrapassando R$ 164,2 bilhões. 

Grande parte desses conflitos começa antes da inadimplência, na própria proposta comercial. Abaixo estão os erros mais comuns identificados por especialistas em vendas B2B:

  1. Escopo vago:  Usar termos como 'suporte contínuo' ou 'melhorias gerais' sem definir quantidade de horas, canais ou limites. Use listas detalhando cada entregável;

  2. Não definir o que está excluído: Clientes assumem que tudo está incluído. Uma linha de 'exclusões de escopo' pode evitar conflitos sem ser negativa na comunicação;

  3. Ausência de prazo de validade: Sem esse prazo, o cliente pode acionar a proposta meses depois, quando seus custos já mudaram;

  4. Condições de pagamento vagas:  Falhas na comunicação sobre as condições de pagamento e disputas contratuais estão entre as principais causas de inadimplência no setor B2B, segundo a HoldBrasil. Use datas exatas ou gatilhos objetivos (ex.: 7 dias corridos após a entrega do relatório final);

  5. Não coletar assinatura formal:  A assinatura eletrônica é juridicamente reconhecida e, ao usá-la, a empresa oferece agilidade e produtividade ao processo de fechamento contratual, o que pode reduzir barreiras burocráticas nas vendas B2B. Um 'ok pode fazer' por WhatsApp não tem a mesma segurança jurídica.

Perguntas frequentes sobre proposta comercial

Uma proposta comercial tem valor de contrato?

Sim, se assinada por ambas as partes. Segundo o Código Civil Brasileiro (art. 427), a proposta obriga o proponente quando aceita pelo destinatário. Uma proposta comercial detalhada e assinada pode funcionar como contrato, especialmente para serviços de menor complexidade. Para projetos de grande porte, recomenda-se formalizar também um contrato específico.

Qual é o prazo de validade ideal para uma proposta comercial?

O padrão de mercado no Brasil é de 15 a 30 dias. Setores com alta volatilidade de preços (como tecnologia importada ou construção civil) costumam usar prazos menores (7 a 15 dias). O prazo deve ser suficiente para o cliente analisar a proposta, mas não tão longo que exponha o fornecedor a variações de custo.

A proposta comercial precisa ser registrada em cartório?

Não. Uma proposta comercial não precisa de registro em cartório para ter validade jurídica no Brasil. A assinatura das partes (inclusive eletrônica, conforme a MP 2.200-2/2001) é suficiente para formalizar o acordo. O registro em cartório pode ser usado como reforço em contratos de alto valor ou imóveis, mas não é obrigatório para propostas comerciais em geral.

Qual a diferença entre proposta comercial solicitada e não solicitada?

A proposta solicitada (RFP — Request for Proposal) é feita em resposta a uma demanda do cliente, que já demonstrou interesse. Costuma ter linguagem mais técnica e foco em adequação ao briefing. A proposta não solicitada é uma iniciativa do fornecedor para apresentar uma solução ao cliente sem pedido prévio — e precisa ser mais persuasiva, com ênfase nos benefícios e no problema que resolve.

É possível usar o modelo para diferentes tipos de serviço?

Sim. O modelo da Docusign foi desenvolvido para ser versátil. Ele pode ser adaptado para consultoria, desenvolvimento de software, agências de marketing, serviços contábeis, fornecimento de produtos, construção civil e qualquer outro segmento. O campo "Objeto da Proposta" é totalmente editável para descrever qualquer tipo de oferta.


AVISO: Estes modelos são fornecidos apenas para fins informativos e não constituem aconselhamento jurídico. Eles não devem ser interpretados como documentos em conformidade com as leis, ou demais regulamentos legais ou de privacidade. Os modelos não substituem o aconselhamento jurídico profissional e não devem ser considerados como base para qualquer situação ou circunstância específica. Recomendamos fortemente que os usuários consultem um consultor jurídico qualificado e licenciado em sua jurisdição antes de usar ou adaptar estes modelos.

Os modelos são fornecidos "no estado em que se encontram", "com possíveis falhas" e "conforme disponíveis". O fornecedor se isenta expressamente de todas as garantias de qualquer tipo, sejam expressas, implícitas, estatutárias ou de outra forma, incluindo, entre outras, quaisquer garantias de comercialização, adequação a uma finalidade específica ou não violação.

A Docusign não garante nem faz qualquer declaração sobre a precisão, os resultados prováveis ou a confiabilidade do uso dos materiais nestes modelos ou de outra forma relacionados a tais materiais ou em quaisquer sites vinculados a estes modelos.


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